sábado, 4 de setembro de 2010

Às vezes, sorrio

Quisera eu escrever sempre obras românticas e felizes, mas eu não sei direito o que é a felicidade. Talvez esta seja como um sentimento de alívio para mim, alívio da minha alma, empoçada em águas escuras. Mas hoje as poças brilham, e as águas encontram-se tão límpidas, que refletem feixes luminosos como diamantes. Os feixes aquecem-me, trazem-me clareza. E, eu sei quem trouxe o sol. Alguma vez, pedi-lhe para que me desse um só pedacinho de toda a sua iluminação. Disseram-me não, mas que sempre estariam ao meu lado quando eu precisasse dela. Minha felicidade é como o dia, sempre chegará a noite. Entretanto, será uma noite tranqüila se eu souber que o sol nascerá ao meu lado novamente, com você.

2 comentários:

Roberto Borati disse...

belíssima declaração de amor.

Natalia disse...

Liindo seu textinho amiga . Fico orgulhosa de vc lendo essas coisas ;]
Suas palavras são realmente seu reflexo , encantadoras ...