terça-feira, 11 de maio de 2010

Carta da minha perdição

Talvez nunca passe esse meu sentimento de culpa por não estar com você agora, de não ter tentado mais um pouco, quando sabia que meu amor por você era inesgotável.
A primeira vez que olhei para seus olhos, vi-me, e, neles, acabei me perdendo. Senti que dali em diante o que eu tinha que fazer era simples e claro:
Estar com você e amar-lhe!
O tempo passou, tudo mudou, e eu continuo amando-lhe. Não adianta, não há ninguém mais perfeito. Se me perguntassem hoje em dia se eu faria novamente tudo que fiz, eu diria que sim, com uma diferença, não deixaria você ir embora tão facilmente.
É com esse amor praticamente impossível nos dias atuais, e teoricamente perfeito, e você sabe que ele é, que me sustento.
Desculpe-me expor tudo isso mais uma vez, porém eu não me canso de dizer: Eu amo você com a certeza de que jamais amarei outro alguém da mesma forma. Você é insubstituível.

Eu me rendo, não vivo, eu apelo, grito, mas você não me compreende. E eu morro de dor, saudades, desespero, paixão, morro de amor.

2 comentários:

jr disse...

Muito lindo isso!
Simplesmente ou complexamente incrível.
Parabéns

Fernando disse...

esse texto meio q parece o que eu sinto!!!